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Linfedema e Filariose.

Fig. 2 - Área hiperemiada pequena e delimitada. Erisipela provocada por estafilococos

Nos surtos de erisipela por estafilococos, muitas vezes os pacientes não desenvolvem quadro toxêmico, o que é justificável, porque neste tipo de erisipela as toxinas ficam aprisionadas nestas pequenas áreas de hiperemia, que é uma defesa do organismo, confirmando a tese de que, neste tipo de agressão, a virulência bacteriana foi menor que a resistência orgânica. Por falta de conhecimento do metabolismo e catabolismo dos estreptococos e estafilococos, alguns estudiosos da linfologia ainda pensavam que os estafilococos não eram capazes de produzir surtos de erisipela; porém, após nossas pesquisas, fica esclarecido e confirmado, através da bioquímica do metabolismo, do catabolismo e da fisio-patologia dessas bactérias, que a erisipela por estafilococos agora é uma realidade. Em nossas pesquisas constatamos que 95% dos surtos de erisipela são ocasionados por estreptococos, e os 5% restantes por estafilococos.

Com isto, mais uma vez, estamos contribuindo para uma atualização na classificação das erisipelas, o que fornecerá, para os estudiosos em linfático, mais subsídios para justificar cientificamente qual a melhor conduta no tratamento do linfedema inflamatório por linfangeíte.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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